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Dédalo ensinando o filho a voar: "1, 2, 3, vai filhão!"

A história da aviação supostamente deveria começar sei lá, desde o dia em que o Santos Dumont inventou o 14-Bis, ou quando os manos "Certinhos" criaram aquela porra de madeira que precisava de um estilingue pra sair do chão, ou sei lá o que mais, mas a verdade é que desde a pré-história provavelmente o ser humano já pensava em ser anjinho e sair por aí voando, invejando obviamente pássaros, insetos e outros similares que conseguiram levantar voo com suas asinhas. Tanto que muitos literalmente achavam que fazer asas funcionais bastava só colar um monte de penas com cuspe no corpo e ele viraria uma bela andorinha gigante, mas o máximo que conseguiam era virar uma ema com derrame, e quando pulavam de um penhasco igual aos retardados da Ilha de Pentecostes, descobriam, mesmo sem saber que isso existia, a lei da gravidade, e o que isso faz com quem desafia ela sem pensar.

Ainda assim por séculos, milênios a fio, muitos tentaram desenhar novas aeronaves funcionais, alguns estudavam o fenômeno do voo, mesmo que fosse só o voo das borboletas, em busca de uma forma de realmente sair do chão de maneira funcional, diferente de subir num balão e ficar com medo de não saber pra onde caralhos tá indo, ou terminar igual ao Padre dos Balões. Enfim, um dia uns conseguiram, já no século XX, e desde então mais e mais tem se avançado para criar novas aeronaves capazes de voar com mais pessoas, mais longe, mais alto e cada vez menos riscos de terminar com todo mundo se espatifando no chão igual batata podre.

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